Há três semanas fui incumbida de produzir uma série de reportagens especiais para o Jornal da Record. Na verdade, eu fui premiada em trabalhar com o exímio repórter Carlos Dorneles. Além de toda bagagem que ele carrega, as coberturas jornalísticas e a simplicidade única me deixaram com a voz trêmula. Não me sentia assim desde a primeira vez que entrei na sala do meu mestre Ricardo Boechat para aprovar uma pauta. Não era só a responsabilidade que recebi naquele momento de encontrar as melhores histórias que comporia a série para o melhor repórter da casa e ainda correndo contra o tempo que eu não tinha. Foi mais do que isso. Foi um desafio, um prêmio - como já disse - ainda que tenha sido dado, ou não, sem percepção. O fato é que eu estava ali, frente a frente com um verdadeiro repórter de texto brilhante, que eu devorava os livros dele na faculdade, onde ele era foco de discussão em sala de aula e na mesa do bar. Acreditem, acho que gaguejei todas as vezes, todos os dias nas últimas semanas. Ele me deu uma liberdade inimaginável, me deixou à vontade e tudo isso recaia ainda mais sobre a minha própria cobrança, sobre a minha responsabilidade.
A partir da próxima segunda-feira, dia 20 de fevereiro, às 20h30 no Jornal da Record, você vai assistir "Domésticas, com orgulho". Uma série de reportagens especiais que vai mostrar a emancipação da empregada doméstica, com produção minha, imagens espetaculares captadas pelo repórter cinematográfico Josias Erdei, do auxiliar Vladimir Alves, com edição de Octávio Tostes e Magrão e vinheta de abertura de Alexandre Gameiro.
Vanusa, Quitéria, Luzinete, Sinha, Janine, Alice, Erismar. Mulheres de grande virtude que, cada uma a sua maneira, tem conquistado seu espaço não só no mercado de trabalho onde elas dão as cartas, mas por onde passam, onde colocam as mãos. Elas não se conhecem, mas têm muita coisa em comum: uma vida que no início não foi nada gentil com elas; amor à suas famílias; força de vontade e foco, muito foco nos seus objetivos, além é claro, de muito trabalho.
Essa não é uma matéria de economia ou da relação entre empregada e patroa que vamos apresentar para vocês nos próximos dias. Isso já foi feito e inclusive muito bem explorado no filme Histórias Cruzadas, que aliás, diferentemente do best-seller, quando minhas personagens são questionadas como se veem no futuro, elas têm respostas muito mais interessantes do que as do filme, em que as empregadas da década de 1960 respondiam: "do mesmo jeito, nasci empregada e serei sempre empregada". Bom, isso gera uma outra discussão, mas por isso mesmo recomendo que assista ao filme que é belíssimo, "The Help".
Vocês vão conhecer histórias de mulheres que vem demarcando território e que agora vão invadir a sua casa dando um banho de motivação. Que vocês possam captar essa essência.
A partir da próxima segunda-feira, dia 20 de fevereiro, às 20h30 no Jornal da Record, você vai assistir "Domésticas, com orgulho". Uma série de reportagens especiais que vai mostrar a emancipação da empregada doméstica, com produção minha, imagens espetaculares captadas pelo repórter cinematográfico Josias Erdei, do auxiliar Vladimir Alves, com edição de Octávio Tostes e Magrão e vinheta de abertura de Alexandre Gameiro.
Vanusa, Quitéria, Luzinete, Sinha, Janine, Alice, Erismar. Mulheres de grande virtude que, cada uma a sua maneira, tem conquistado seu espaço não só no mercado de trabalho onde elas dão as cartas, mas por onde passam, onde colocam as mãos. Elas não se conhecem, mas têm muita coisa em comum: uma vida que no início não foi nada gentil com elas; amor à suas famílias; força de vontade e foco, muito foco nos seus objetivos, além é claro, de muito trabalho.
Essa não é uma matéria de economia ou da relação entre empregada e patroa que vamos apresentar para vocês nos próximos dias. Isso já foi feito e inclusive muito bem explorado no filme Histórias Cruzadas, que aliás, diferentemente do best-seller, quando minhas personagens são questionadas como se veem no futuro, elas têm respostas muito mais interessantes do que as do filme, em que as empregadas da década de 1960 respondiam: "do mesmo jeito, nasci empregada e serei sempre empregada". Bom, isso gera uma outra discussão, mas por isso mesmo recomendo que assista ao filme que é belíssimo, "The Help".
Vocês vão conhecer histórias de mulheres que vem demarcando território e que agora vão invadir a sua casa dando um banho de motivação. Que vocês possam captar essa essência.

17 de fevereiro de 2012 00:51
Sensacional, querida!! Congrats!! Aproveita e manda um abraço meu pro Carlos. É um amigo de longa data. Bjao
20 de fevereiro de 2012 09:39
uhuuuuuuuu! vou assistir!